4 de fevereiro de 2011

Inquérito a caloiros utilizadores do Praxe - Porto

Como deverão ter reparado, esteve disponível desde o início do ano lectivo um inquérito pequeno dirigido a caloiros sobre a impressão destes com a sua respectiva Praxe.

Cento e vinte e oito caloiros responderam ao inquérito e este é o resultado:


Os resultados são francamente positivos. As apreciações de "Muito boas" e "Boas" impressões com os primeiros contactos com a Praxe totalizam 63% dos votos. Penso que isto reflecte, de uma maneira geral, as praxes aos caloiros pela Academia. Uma grande parte das Casas sabem receber os caloiros duma forma mais tranquila, relaxada e motivante. É motivo de orgulho para Academia e há que manter esse parâmetro.

20% dos inquiridos têm uma opinião mista acerca da questão e 16% avaliam as suas primeiras impressões como "más" ou "muito más". São valores que, valendo o que valem, são uma chamada de atenção para a quantidade de caloiros que se vêm desiludidos nas suas expectativas e que perdem a vontade de participar nas lides tradicionais.

Este inquérito, não sendo de forma alguma uma análise rigorosa, até pelo universo que representa, serve para retirar conclusões relativamente a caloiros que procuram a Praxe na internet, que se tentam informar e melhor instruir, que se vêm arrastados pela curiosidade do fenómeno novo: e daí terem desembocado no Praxe - Porto.

Neste aspecto, penso, os resultados constituem uma informação interessante.

Deve-nos entristecer a todos que 16% de caloiros que, ao que tudo indica, nutrem interesse pela Praxe Académica (só por isso deram com o Praxe - Porto) se vejam desiludidos com a mesma visto terem sido confrontados com más prácticas. É algo que serve para reflectir na importância da informação e do debate de algumas questões praxísticas.

Porque a Praxe também se debate. A Praxe também se discute.

Esse é, pelo menos, um apanágio que o Praxe - Porto se tem esforçado por manter.

Saudações Académicas,

O Administrador

"Só capas, só Fitas, a Praxe continua!"

2 comentários:

  1. Quantos foram obrigados a responder positivamente?

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  2. Nenhum caloiro foi obrigado.
    O inquérito foi feito pela net, e não no terreno. E custa-me acreditar que alguma praxe de curso tenha decidido mobilizar os caloiros para votarem numa determinada direcção no inquérito.
    Porquê? Primeiro porque, se assim tivesse sido, o inquérito teria tido muito mais participação.
    Segundo, porque o Praxe - Porto é o primeiro a criticar muito do que se faz em praxes e, nessa medida, não se compreendia a importância que determinada praxe de curso quisesse dar a um mero inquérito dum site informativo de praxe.

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