8 de maio de 2014

Semente, terra e jardineiros.

O que de relevante trouxe afinal o famigerado "Cartolas" na Quarta-Feira de Queima de 2014? 

Um encontro salutar de tunas apenas focado em ambiente académico e festivo? 
Um sucesso retumbante de adesão e euforia participativa?
Um “bate-pé” saudável por parte de tunas e grupos académicos que têm vindo a ser injustamente espezinhados por MCV e FAP?

Tudo isto, é certo.
Mas acima de tudo, vislumbrou-se um regresso às origens. 
Algo que, apesar de provavelmente menos tangível, é decisivamente mais importante no contexto das Tradições Académicas.

A prova de que existe vida para além do centralismo e da "politiquice", de que há estudantes e grupos vários com a vontade e poder de realizar uma festa de estudantes para estudantes e - sem quaisquer outras agendas - de a tornar num evento bonito e académico.

Foi o fulgor da rebeldia. 
Foi o êxtase da partilha.
Foi o calor do companheirismo inter-escolar. 
Foi o sucesso da descentralização. 
Foi a vitória da espontaneidade. 
Foi a comunhão em puro Academismo.

Foi semente plantada, com muita terra fértil por onde germinar.
Haja agora jardineiros.

Para a História, fiquem os seguintes nomes:
- Orfeão Universitário do Porto (representado pelos seus jograis, Tuna Universitária do Porto e Tuna Feminina);
- Tuna de Engenharia da Universidade do Porto;
- Tuna da Universidade Católica do Porto;
- Tuna Académica da Universidade Portucalense - IDH;
- Tuna Académica do ISEP;
- Tuna Académica de Biomédicas;
- Tuna TS (Tecnologias da Saúde do Porto);





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