CÓDIGO DA PRAXE

CÓDIGO DA PRAXE ACADÉMICA DO PORTO [LINK]

Até aos dias de hoje, o Código de Praxe que existe na Academia do Porto é um projecto redigido por José António Balau e Augusto Henrique Soromenho em 1983 - altura em que as tradições académicas vinham sendo reavivadas na cidade do Porto - e que, apesar de aprovado na generalidade pelo Magnum Consilium Veteranorum, carece ainda - incompreensivelmente - de revisão e implementação efectiva por todas as Casas da Academia.

Não obstante deste facto, algumas Casas da Academia servem-se de cópias claras desse mesmo código, algumas delas com residuais (e normalmente péssimos) acrescentos. O Código da Praxe da FEUP ou as Normas Académicas da FLUP são, por exemplo, alguns desses casos.
Da mesma forma, diversos praxistas portuenses têm-se servido do Código de Balau e Soromenho como base para diversos preceitos praxísticos.

O que se verifica, portanto, é que a Academia do Porto apesar de possuir um código que é por muitos seguido e aceite na generalidade como o oficial, este mesmo não foi revisto, adoptado, implementado e, acima de tudo, respeitado por todas as Casas da Academia. Entretanto já passaram [escreve-se isto em 2014] 31 anos.